Para que viver, pergunto-me afinal
como houvesse ainda algo a se ver
não fosse a vida tão banal
pra essa chama no peito a arder
que pelo colo oposto clama
como se a paixão fosse assim vital
essa maldita cã que em benefício só causa-me o mal
como se fosse este seu ofício
quando arauta do amor se proclama
deixando no fim pior que no início
deixando no peito, que da paixão havia de esmorecer
somente o ódio que o peito inflama.
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