quinta-feira, 8 de março de 2007

Decifra-me

Borboleta fêmea;
Livro azul
como arara
como pluma num anzol
Só efêmera
Só educar se equipara
Poesia é bela
é fruto em prol, é de se olhar
Pobre servil; pobre ser vil
que em parcas linhas vê Sol e nas onda do S vê um mar
Mas não sente a poesia como é ela, e vive em água sem saber navegar
Para quem quer decifrar poesia.
A poesia nasce em um banco, nasce num bar
Que pobres almas decifrem charadas e economia
Que decifrem minha mente, mas não meu pensar
Pois sou poeta e não sou franco, sou hipócrita
Poesia é relaxar, ser quem não se é
Ser o que não se é
..ou não ser ninguém..ou não ser nem um ser..
poesia é despensar, é sentir.

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